quinta-feira, 28 de junho de 2012

E o amor...

Ah o AMOR

O ser humano veio com grande disposição para amar, isto é uma grande certeza. Quando estamos na barriga de nossa mãe já somos amados: por nossas mães mesmo (pode haver casos que elas digam que não, mas não consigo acreditar); pelos amigos e amigas de nossos familiares. Nascemos e então começamos a criar nosso meio social, no primeiro momento mais restrito: família; amigos da família. Neste período de descoberta que é a infância, já amamos nossos irmãos; amamos nossos pais; amamos tios e tias. Entramos na escola e lá temos um “namoradinho” ou para os meninos: “namoradinha”; temos amigos, que se soubermos administrar serão para sempre nossos amigos ou ficarão na nossa memória em fases que ainda virão, tudo isso por causa daquele sentimento bom que existe na espécie humana: o amor. O BUM da adolescência, está fase é marcada por amores correspondidos, amores perdidos, amores secretos! Amor e mais amor!  E será que na fase adulta perdemos este sentimento, que nada! O amor nos acompanha para sempre, sem o amor não somos nada. O amor faz com que tenhamos cicatrizes profundas, mas cicatrizes estas que nos ajudam a sermos pessoas melhores. Que faz com que a gente amadureça e que não queira abrir mão de amar. Amar é não ter medo de ser feliz; é viver uma situação por inteira. E na nossa velhice restará compartilhar os nossos momentos para os demais, momentos de sabedoria e outros nem de tanta sabedoria. Mas o que valeu é que em todos os momentos o amor sempre esteve presente, foi nossa companhia constante, até na hora de nossa partida. Os que nos amam e acham que ali é o ponto final e então choram. Os que amam, alimentam o coração de esperança e não conseguem aceitar que a vida termina naquela curva e acreditam que nos encontraremos em breve, porque eu te amo demais e este amor não pode ser em vão.

Amor de amigos – Amor de irmãos – Amor de Pais – Amor de Avôs – Amor de Tios

Ame intensamente sempre! “Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi.”


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Zona de Conforto



Até que ponto é bom vivermos na zona de conforto, já se questionou sobre isso? Todos buscamos levar uma vida sem desvios na estrada que esperamos trilhar, mas se a vida seguir conforme queremos não evoluiremos. A evolução ocorre quando estamos em uma zona de conflito, nestes momentos amadurecemos comportamentos, ideias, formas de entendimento e óptica. É importante buscar sempre aprender e evoluir e viver é a escola. Encare as dificuldades de braços apertos, por mais que isso vá trazer sofrimento, a certeza é que após virá o arco-íris e junto a sua evolução em todos os âmbitos.